Kpop: Comebacks de maio

Não há mês pacato quando se trata dos lançamentos musicais da coreia sulista. Maio teve de tudo um pouco, desde grupo brasileiro inspirado por Kpop lançando MV, grupo coreano debutando no Japão, bias de certas pessoas (aka Ingrid) indo pro exército, BTS ganhando o social artist da Billboard, debuts polêmicos e até disband de grupo clássico! Podemos concordar que foi um mês de fortes emoções para quem é fã e com canções para todos os gostos. Como de costume, nós – Tássia, Ingrid, Priscylla e Juliana – estamos de volta nesse canto da interwebs para dar nossos pitacos sobre o que esteve nos topos dos charts musicais e, é claro, os flops.

 

Triple H – 365 FRESH  

Ingrid: Antes de comentar o MV que “chocou” a Coreia, queria falar que, desde que o “segundo Trouble Maker” foi anunciado, minha curiosidade já ficou a mil! E ainda por cima porque seria Hyuna e dois integrantes do Pentagon!!! \O/ (Hyunseung agora chora no porão da Cube por não ter ido pro maravilhoso Highlight.) Eu amo Pentagon desde o debut e a Cube obviamente decidiu escolher dois membros pra fazer collab com a Hyuna – vulgo o que sustenta a empresa rs – para promover a imagem do grupo rookie. Escolheu dois integrantes bem diferentes: E’Dawn (vulgo meu bias ou GDzinho, porque ele é filho perdido de G-Dragão, né, gente, jeito, rap nasalado, TUDO LEMBRA MUITO, e a maravilhosa “Organic Song” é uma prova disso), o típico rapper bad boy, e Hui, o líder bom moço com uma voz maravilhosa. Como juntar eles dois, mais novos e inexperientes que Hyuna, e fazer ficar algo natural e que fizesse sentido? Veio os teasers e finalmente saiu o MV: ao invés do romance problemático e sensual que regia os comebacks do antigo Trouble Maker, o Triple H usou outro nível de problemas! Uma assassina por acaso, um ladrão boa pinta e um possível suicida se esbarram, ficam ricos juntos e possuem um relacionamento amoroso livre. Isso tudo ao som de um funk animadinho. Ok, fui surpreendida porque não esperava que Hyuna se mostraria dona da Coreia nesse nível! Mas há muito mais para falar de Triple H que apenas esse polêmico (e, infelizmente, flop) vídeo. O mini álbum deles É ÓTIMO e vou dedicar o restinho do meu comentário ao reponsável por isso, o MARAVILHOSO e SUBESTIMADO Hui! O main vocal (ou único vocal? Hyuna e E’Dawn são dois rappers com apelo de personalidade e visual bem mais fortes que a própria voz) sustenta todas as músicas do grupo, tendo a maioria das linhas nas 4 canções do mini álbum! Ao contrário do que se imaginava, apesar do funk ser o plano de fundo de todas as músicas, “365 Fresh” é a única farofa do álbum, “Sunflower”(também chamada de “Hope”) e “What’s Going On” (ou “It’s a Dream”, também não entendi porque saíram duas versões do nome em inglês dessas músicas) são mid tempo maravilhosas e diferentonas, que aproveitam bem o que cada integrante faz de melhor. Porém, minha favorita é o solo do Hui – feat. Hyuna e E’Dwan –, a pseudo balada “Girl Girl Girl”.<3 O que dizer? Apenas que usar os rappers pra fazer só os pré-refrões da música e deixar o resto pro Hui foi uma decisão mais que acertada, resultando numa canção que lembra muito as baladas melódicas dos anos 90, sustentada por um potentíssimo vocal! Se Triple H serviu pra mostrar algo, foi que o Pentagon tem potencial para salvar a Cube da falência. Depender só da Hyuna não é mais uma opção.

Tássia: Depois da Ingrid escrever essa Bíblia, não tenho muito o que completar, apenas dizer que sou seguidora de Jesus (E’Dawn), Maria Madalena (Hyuna) e Judas (Hui). Adorei o conceito Hyuna pega novinhos e, apesar de ficar triste porque Troublemaker foi sacrificado por isso, não achei que foi tão sem graça quanto li por aí – muito menos que mereciam esse flop todo.  

Ingrid: SOCORRO, voltei pra comentar que to em choque com essas metáforas, POR QUE O MENINO HUI É JUDAS? TADINHO, injustiçado até nas comparações, hahaha. #JusticeForHui

Juliana:  A música animada é parecida com o que o Bruno Mars faz lá na América, nada muito original. Não que isso seja ruim, só bem característico do gênero funk mesmo. O refrão é grudento e quase impossível não ficar cantando depois. Quanto ao MV, bem, primeiramente a fotografia é linda demais. Eu não havia visto nenhum teaser e foi uma surpresa boa ver o contraste da melodia com a estética do vídeo e enredo. Sobre o último, acho muito válido criticar qualquer produto da cultura pop, mas chega de slutshamming a Hyuna. Até porque não tem nada demais comparado à outros trabalhos dela. De maneira geral, eu gostei bastante do MV, que me lembrou de Thelma e Louise </3 e algumas outras histórias com personagens desequilibrados que formam uma estranha amizade/relacionamento entre si, vide A História Secreta da Dona Tartt. Quanto ao resto, acho que a Ingrid já falou tudo muito bem.

Priscylla: Eu tô chocada, imagino a Coreia. Mas meu choque é dos bons, de quem adorou a ousadia. Não merecia flop, não. Mas né, meio que esperado pelo conteúdo do MV.

 

EXO-CBX – Ka-CHING

Tássia: Comeback japonês tá valendo sendo de grupo coreano, né? Ainda mais tendo Baekhyun no meio <3. Adorei essa despretensiosidade, os dançarinos, eles presos em um cassino, tá tudo maravilhoso.

Juliana: Eu amei isso. Sério mesmo, é tão tosco e maravilhoso. Na primeira semana de maio minha cabeça era uma confusão dos versos em inglês de Ka-CHING e 365 So Fresh, achei que não iria superar nunca. Então, tá aí o aviso pra escutarem com cuidado.

Ingrid: Aaaaa não sei por quê, mas lançamentos japonêsesszzzzzzz… O mais curioso disso tudo é que o Exo nunca debutou no Japão, mas o Exo-Cbx sim, hahaha, alguém é escravizado mais que os outros na SM (cc Baek, Xiumin e Chen) rs. Sobre “Ka-Ching”, nada muito a comentar, uma farofa pra dançar loucamente nas A-Partys da vida! Sobre esse MV mega hiperativo, um ponto: CHEN TA ARRASANDO NAS COREOS, HEIN? E pensar que no início do Exo ele era nível Chanyeol hahaha venceu na vida mesmo!

Priscylla: Não tenho sentimentos sobre o EXO, então minha opinião não é biased. Eu adorei a música, mas não o MV, mas é por conta dessa edição bizarra que não chegou a ser bizarro suficiente pra ser genial. Mas essa música GRUDA, gente. To há mais de 10 minutos com ka-ching ecoando na mente e eu copiando a dança automaticamente.

 

Jun Hyung – Wonder If  (feat. Heize)

Tássia: Não vai mudar o mundo, mas tá bem legalzinho isso aí.

Ingrid: Junhyung veio solo só pra dar aquele leve tiro antes do comeback do Highlight hahaha o rapper voltou melancólico e sensual (LÊ-SE MARAVILHOSO) num mv simples e despretensioso que fala do de sempre: desilusão amorosa e saudade. Heize faz uma pequena participação dando voz a mulher que é citada na música, e, adivinhem, ela sente o mesmo que ele. É interessante como eles montaram esse contraponto e os dois cantando ao vivo é a coisa mais linda! Que vozes!!! A segunda música do EP, “Too Much Love Kills Me”, também segue a mesma linha, e acho que é até um pouco superior? Não sei, curti muito as duas hahaha mas um último detalhe: Junhyung sozinho FOI MUITO MELHOR nos charts que Triple H, o que significa que, mesmo privando o antigo Beast de tudo que era deles, eles ainda levam a melhor contra a Cube! As definições de “volta por cima” foram atualizadas <3

Juliana: É oficial, estou finalmente exausta de luzes neon em MV’s e olha que Wonder If não tem nada de errado, ao contrário, a atmosfera enevoada e o neon casam muito com a melancolia da canção, só a estética que já está saturada demais mesmo. O feat da Heize, apesar de pequeno, complementou muito bem a música que definitivamente irá pra playlist pessoal.

Priscylla: Eu AMEI isso!!!!!!! Tudinho sobre o MV e to apaixonada por esse rap mellow. Dai quando achei que já era meu rap solo favorito do ano, ainda vem Heize com essa voz delicinha demais. Eu adoro quando mistura vozes femininas com masculinas, e dessa vez não foi diferente, acho que casou bem demais esses dois na canção.

 

PSY – I LUV IT  | New Face

Tássia: Psy sendo Psy. Novamente, não vai mudar o mundo, mas tá divertido – com I Luv It sendo ligeiramente superior a New Face, na minha opinião.

Ingrid: “Psy sendo Psy” é a melhor definição disso aqui, obrigada Ta por traduzir hahaha quem gosta das outras farofas do rapper sul-coreano não vai ter do que reclamar, já que ele volta exatamente com os mesmos mvs muito bem produzidos e igualmente bizarros, seguido de uma coreografia chiclete. All kill, lógico. Mas o mais interessante desse comeback com um full album foram as collabs: a com o Taeyang,”Love“, é a melhor do álbum pra mim, uma farofa fofinha, com uma impecável performance vocal do membro do Bigbang (como de costume). A parceria com o GD,”Fact“, também é bem boa, e amo G-Dragão deixando sua clássica voz anasalada de lado e fazendo um rap mais contido, poŕem igualmente marcante! Não posso dizer o mesmo da collab com meu amado Double B, “Bomb” (confesso que era a que estava com maior expectativa pra ouvir, B.I e Bobby de volta!!!), pois foi a mais fraca do album. Mas fico feliz que ao menos eles tavam lá. Psy ganhando um álbum inteiro cheio de estrelas foi a melhor ideia desse comeback <3

Juliana: Psy é tão caricatura de si mesmo, que parece que já conhecia ambas as músicas antes de ouví-las, porém tenho que tirar o chapéu pro cara. Ele está há anos fazendo canções ridículas com coreografias bizarras e mv’s estranhos, que fazem as pessoas (vulgo eu) dançar num domingo chuvoso pela manhã, sem precisar ser idol padrãozinho.  

Priscylla: Esse é o bizarro que se supera, no meu gosto. Eu sei que geralmente Psy é mais dele mesmo novamente de novo e outra vez, mas funciona. Uma coisa que achei legal é que o MV está com legendas embutidas em inglês. New Face é exatamente o que se espera do Psy.

 

UNNIES – Right?

Tássia: Juro que tentei curtir, mas não rolou. Adoro as integrantes, mas é o tipo de release que faz mais sentido pra quem assiste ao programa de TV delas. Porém, o que importa é que isso tá barrando até Twice nos charts hahaha. Incrível.

Juliana: O MV tá bem divertido e a música não é ruim, mas também não rolou pra mim. Acho que é como a Tássia disse, “Right?” deve ser muito mais interessante pra quem assiste ao programa e tem uma ligação maior com as integrantes. Ps: Aquela Unnie de calça e blusa listrada no final é literalmente eu dançando.

Ingrid: Só uma coisa a dizer: Somi mesmo sem grupo já tá no número 1 nos charts coreanos! Ok que aí ela faz parte de um grupo da zuera, que tem seu forte justamente por isso, mas sua presença lá é bem significativa. E ela não ta só lá, ta em todos os lugares, a JYP tá promovendo MUITO sua imagem, que já tem um nome forte pra quando debutar no próprio grupo. Quanto a “Right”, é legal sim, mas com certeza, como as meninas disseram, deve ser muito melhor pra quem acompanha todas as integrantes (surpresa quando assisti: ver a Minzy lá hahaha).

Priscylla: MV tá divertido, mas pra mim também não rolou. Concordo que acompanhar o programa deve motivar muito mais a curtir esse comeback.

 

TWICE – Signal

Tássia: Mais um single fraquinho de Twice, que ainda não me convence do merecimento dessa popularidade toda que elas tem. Não que opinar sobre elas seja relevante, né? Quando se chega no status “lanço qualquer lixo mas sou #1”, só nos resta aceitar e esperar que um dia venha a “Gee” de redenção delas.

Ingrid: Confesso que a primeira impressão foi “WTF?”, mas dois dias depois eu já tava dançando a coreo do refrão hahaha Twice é assim, até quando flopa (vários netizens reclamaram desse comeback) é sucesso. Elas tão nesse nível, tão tal que são o topo dos charts coreanos. Comentando sobre o polêmico “rap” que guia a música, não é bom mesmo não, mas o refrão é tão chicletinho que faz você nem ligar mais pra isso. Quanto ao mv, ta bem bonito, mas meio esquisito aquele ET  né hahaha saudades da fofura de “TT”!

Juliana: Eu não entendo todo esse hype com TWICE. Suas músicas não são algo que gosto/costumo escutar no dia a dia e signal não mudou isso.

Priscylla: Jamais entenderei o hype com TWICE. No geral, eu me irrito com os conceitos de comebacks delas e não gostei desse quando vi. Mas deu uns dias e comecei a ficar com a música na cabeça? Que chiclete poderoso.

 

VIXX – Shangri-La

Tássia: Eu amo VIXX, mas não consigo lidar com a péssima escolha de singles que eles tem feito. Desde Chained Up, as b-sides que eles promovem são MUITO SUPERIORES. Vejam só: Chained Up e sua b-side “Hot Enough”, Fantasy e sua b-side “Love Me Do”, The Closer e sua b-side “Desperate” (!) e agora, a b-side de Shangri-La: “Black Out”. A Jellyfish tá louca ou o quê?

Ingrid: Eu amei o conceito, a música, a coreografia, ta tudo lindo demaaaaaaais!!!!! O MV também é um espetáculo à parte, os planetas, os closes, as roupas, os cenários, parece que faz tudo parte do “sonho” que é tá com a pessoa citada na música. O bias N maravilhoso arrasa na dança contemporânea e a vibe chinesa, com leques e quimonos, super combinou com eles! Vixx fazendo uma aura menos trevas, gosto! E outro ponto positivo: HYUK DESFLOPOU MUITOOO! Várias linhas, loiríssimo, arrasou, amei <3

Juliana: Esse é mais um daqueles grupos que nunca vi, nem ouvi, eu só ouço falar. Então, Shangri-La foi meu primeiro contato com os rapazes e adorei! Os elementos chineses na canção se misturaram muito bem com o resto da melodia. O conceito roupões de seda e olhares sensuais longínquos está maravilhoso e mostra ao mundo como ser sexy sem ser vulgar. E VIXX foi direto pra lista sempre crescente dos grupos que um dia virarei stan.

Priscylla: VIXX vestindo roupas pretas é meu sonho de princesa. Essa coreografia nasceu para ser do N, por favor, que isso?! Adorei a música e o MV, não é tão dark como imaginei que seria e me deu uma vibe de Blood, Sweat & Tears essa edição e fotografia. Ouvi dizerem que o VIXX está recebendo hate pela dança na água, supostamente copiada do NCT ou algo assim. Bora superar essa mania de achar que tudo é original e tem dono e se alguém incorpora também é cópia.

 

WIBE – Alma Gêmea

Tássia: Iago Aleixo, ex-membro do primeiro grupo de pop brasileiro inspirado no Kpop, o Champs, redebuta agora no Wibe. Dá pra ver que investiram bastante tanto na música quanto no MV, e o resultado é uma produção interessante. Super dá pra imaginar um GOT7 da vida lançando algo parecido. Porém… A melodia e o visual me deixaram com a expectativa de uma letra diferente da que ouvimos. Não tanto pelo conteúdo, afinal, é uma música pop e a gente quer mesmo falar de amor, mas acho que os versos mereciam um pouco mais de cuidado e charme, como houve em todo o resto da produção. A falta dessas pequenas nuances fazem de “Alma Gêmea” uma música que eu preferiria ouvir só na versão instrumental. No mais, desejo parabéns e boa sorte pros meninos, começaram bem :).

Ingrid: Eu gostei muito mais disso do que eu esperava! Juro que fui surpreendida, o MV tá bonito, as vozes tão ok, e não tenho o que reclamar da letra (confesso até achar bonitinho quando mudam a sílaba tônica pro ritmo combinar, como no “deixa o mundo saber nossa historiá” hahaha) e foi um acerto não terem partes em inglês soltas no meio da música, sabemos que isso não cola por aqui rs o refrão é grudentinho, fica na cabeça! O que realmente me incomodou foi a dança :// o antigo Champs dançava muito melhor! No Wibe, a maioria dos integrantes é travado (não o Iago, é de conhecimento público que ele manja muito de dança, né) e eles definitivamente não são sincronizados. A coreografia, sempre destaque nos MVs de kpop, enfraquece esse aqui… Mas, no geral, saldo muito positivo, espero que eles consigam deslanchar! Fighting <3

Juliana: Isso me pegou de surpresa, porque eu jamais imaginaria que existe algo assim no Brasil. Confesso que dei muita risada sozinha, desculpa aí. Agora, falando sério, a música tem um ritmo bom, já a letra é bem breguinha e clichê, mas músicas pop sobre ~amor~ geralmente são assim. Como a Ingrid disse, eles estão meio travados na coreografia nada original. Bem, logicamente, ficarei de olho nas produções futuras.

Priscylla: O MV é muito bonito, mas… ???? Que?

 

 

DEAN – love (ft. Syd)

Tássia: DEAN finalmente reconheceu meu amor de fã e fez uma música COM SAMBA pra homenagear o Brasil. Quem disser o contrário está mentindo. Como quase tudo que ele toca, ficou incrível e eu amei.

Juliana: Quando Dean postou uma foto com a Syd anunciando essa collab já sabia que vinha coisa boa por aí e não estava errada. A faixa é animada, eu adoro os dois (100% biased) e o sambinha no fundo foi a cereja do bolo.

Ingrid: Então né, é isso aí, boiei no MV e na mudança de ritmo do final (???), Dean e Syd estavam em um universo paralelo que misturou duas vozes suavemente diferentes com samba (???), dando origem a isso aí. Veja por sua conta e risco e alguém que entendeu o que aconteceu me explica por favor.

Priscylla: Mas que sambinha forte aí no fundo. O final do clipe é sensacional! Eu não entendi do começo ao fim, mas queria dizer que amei igual. Não entendo os clipes de quase nenhum artista, não é agora que meu cérebro vai começar.

 

IKON – Bling Bling | B-Day

Tássia: Bling Bling é o mesmo hip hop try hard que a YG tenta fazer acontecer toda vez. B-Day, pelo contrário, tem crescido a cada dia pra mim, principalmente pela dancinha MARAVILHOSA que me faz rir toda vez que vejo. E isso é algo ótimo.

Ingrid: Prometi pra mim mesma que não ia falar mal da YG, então não vou nem dizer o quão revoltada eu fiquei por depois de quase fucking DOIS ANOS de hiato o iKON voltar com um SINGLE ALBUM (New Kids: Begin) de duas músicas – mesmo sendo justo com o Winner, que também teve um comeback assim. Meu hype tava muito alto pra esse retorno. Amo tanto as baladas quanto as farofas do Ikon, então a chance de eu não gostar era quase zero. Mas, a YG o mundo sempre se supera, e isso quase aconteceu. Já começou com os teasers, com o cabelo horrível do Yunhyeong e a vibe hétero maloqueiro bad boy de todos. Ok, desceu. Aí foi a MUDANÇA DO STAGE NAME DELES! QUAL A NECESSIDADE? Confesso que Donghyuk e Yunhyeong não são os nomes mais fáceis do mundo de se aprender, mas há algo mais americanizado e sem personalidade que mudar o nome do mano pra “Song”? Ao invés de animada, já tava com medo do que viria. E meu medo se concretizou: “Bling Bling” começa como os hip hop típicos da empresa, eu tava até comprando, Bobby ta aquele tiro, a coreo tá ok (podia ,ser melhor já que o Ikon é o grupo masculino da YG que dança né… relevemos), mas aí o final muda a vibe inteira da música, se transformando numa eletrônica? Não tinha porque eles fazerem isso, “Bling Bling” seguiu uma linha “BangBangBang” repaginada,  A CENA DA FESTA NO FINAL É IGUAL! Vou nem comentar a letra porque aí a coisa só piora. Depois de chorar com isso, fui pra “B-Day”, e percebi que o iKON virou oficialmente o grupo farofeiro da YG! Não tá ruim, também não ta bom, mas melhora com o tempo, ou com dances practice como esse PORQUE EU NASCI PRA VER O BIAS DE BONÉ ROSA! Mas aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, esperava bem mais, só quero chorar. Pra completar esse já caótico cenário, as K-Ikonic parecem que não existem mais, e isso aí vai de mal a pior nos charts do Melon (tando em 62º no momento que eu escrevia isso, enquanto o HINO “Really Really” dos irmãos deles reina em 8º, mesmo já tendo sido lançado há quase dois meses!). Não sei o que dizer, só que vejo os mvs todos os dias, escuto nos streamings e vejo todas as lives pra ajudar meus filhos a superarem esse flop! Seria pedir demais que o antigo iKON voltasse?     

Juliana: Depois que prestei atenção nos “instrumentos de sopro” que começam Bling Bling e voltam lá no meio de novo isso se tornou a única coisa que consigo ouvir, além disso tem uns heys e uuuuus que talvez tivessem a intenção de dar uma certa vibe, porem não funcionou. Adorei as dancinhas e foi isso. Agora a bizarrice (abelhas?) de B-day me fez rever o MV tantas vezes que acabei gostando. Não entendi a necessidade de também ter uma festa no fim do clipe, mas eles cantando wen wen wen enquanto dançam feito um tiranossauro já faz valer a pena. Sério.

Priscylla: Eu nunca parei pra descobrir iKon, essa foi a primeira vez e eu amei Bling Bling porque é uma batida que me agrada geralmente. Mas daí no fim mudou e não foi pra melhor. Totalmente desnecessário. Até imagem badboy eu tava curtindo até então. Mas fui ver o vídeo de dance practice e tá confirmado que to apaixonada pela coreografia e visual dessa música. B-Day confirmou o lugar no meu core que iKon passa a ocupar a partir de agora. O MV e a música é total outra vibe e igualmente me fez viciar.

 

SEVENTEEN – Don’t Wanna Cry

Tássia: Seventeen cresceu, ficou rico e lançou uma versão melhorada de “Closer”. Uma boa introdução ao suposto amadurecimento do grupo, ainda bem, porque as experimentações deles com esse lado sempre foram muito mais satisfatórias do que os singles oficiais.

Ingrid: Seventeen ta crescendo e só dá orgulho <3 depois do ÓTIMO Going Seventeen, o último mini album deles, eles voltam com o AI1, trazendo uma title song menos animadinha, mas não menos viciante! “Don’t Wanna Cry” tem tudo que se espera do grupo: excelente coreografia, sincronia estonteante, ótimos vocais e um refrão satisfatório! Começando mais lenta e explodindo com uma vibezinha eletrônica no refrão, ela é conceitual na medida certa. O MV, alternando cenas da coreografia em uns cenários maravilhosos com closes dos membros na sofrência, consegue transmitir bem a vibe da música, mesmo se você não tiver visto a letra e só souber que eles dizem “eu não quero chorar”. Destaque também para a ótima line distribution (se eles conseguem fazer 13 MEMBROS CANTAREM, porque outros grupos menores não conseguem? Fica a reflexão) e pras lives, uma mais linda que a outra <3 Falando um pouquinho do álbum, ele segue a mesma linha do anterior e tem uma música por “team”, dando espaço para todos mostrarem seu talento! MAS, NÃO TEM COMO NÃO FALAR DA MELHOR MÚSICA DO ÁLBUM PRA MIM: A ÓTIMA “MY I” DO JUN E DO THE8! Exatamente, é um dueto dos dois integrantes que menos cantam no Seventeen!!! Fazendo parte do Performance Team, os dois se garantem na dança, mas, até dentro da line deles, eles tinham menos destaque que o gênio Hoshi e que o maknae maravilhoso Dino. Até agora. Com “My I”, a dupla prova que faz muito mais que acrobacias, trazendo uma música diferente do que se está acostumado e com um refrão que gruda loucamente (to com “My I I I I I I I I I I” na cabeça desde a primeira vez que ouvi hahaha)! Amei amei amei!!! Stan Talent, Stan Seventeen, todos os membros tem muito a mostrar <3 (ps: eles tão indo muito melhor que o iKON nos charts, mesmo sendo de uma empresa BEM menor! Coração dividido, não sei se fico feliz ou tristeeee)

Juliana: O reis da sincronização tiveram seus corações partidos nesse comeback e nada melhor do que uma faixa fortemente influenciada por EDM pra falar sobre isso, não é mesmo? Se for pra sofrer que seja ao som de sintetizadores. “Don’t Wanna Cry” tá ótima, a coreografia tá linda, curti muito esse novo som deles. Aliás, Pledis facilitou demais meu projeto stan lançando os mini clipes pra todos os integrantes antes do MV.

Priscylla: Nunca dei atenção para Seventeen tampouco e essa coluna tem sido uma sequência de tapa na cara porque vejo que tenho perdido muita coisa boa. Vocais maravilhosos! Eu ouvi repetidas vezes e não acho que enjoarei tão cedo.

 

KYUHYUN – Goodbye for now

Ingrid: EU NÃO TAVA PREPARADA PRA ESSA DESPEDIDA! A 88 line ta toda indo pro exército, mas pensei que o Kyu fosse dar uma de GD/Taeyang e ir só ano que vem! Iludida como sempre, estava errada, ele se alistou agora dia 25 e nos deixou esse presente de despedida! Nosso Príncipe das Baladas, Evil Maknae, Melhor MC que Você Respeita vai passar DOIS ANOS sem dar as caras TT! Falando de “Goodbye for now”, quem gosta de balada (cc EU) vai amar, o Kyu tem uma das vozes mais estáveis de todo o kpop, cantando ao vivo com a voz exatamente igual, afinada, suave, uma maravilha de se ouvir. Ele deu uma palinha dessa música no último Radio Star antes do alistamento, com todo um clima de despedida no ar, impossível ver e umas lagriminhas não caíram! Kyu foi meu primeiro bias em todo o kpop (Suju foi o grupo que me fez entrar nessa vida), eu me apaixonei por tudo nele: a voz destruidora, a dança, o jeito, foi uma conexão!!!!

Seu primeiro solo que ouvi, “At Gwanghwamun”, SÓ FEZ O AMOR SE CONSOLIDAR! E SIM, EU AMO AS BALADAS DELE <3 Uma das coisas que me deixa mais triste é saber que o Suju veio pro Brasil em 2013, CANTOU “AI SE EU TE PEGO” (ideia do Kyu, obviamente) e eu não fui!!! Cada vídeo que vejo desse show são várias lágrimas que escorrem! Pra completar a nostalgia e já saudade, um vídeo que algum anjo da rede mundial de computadores fez, listando 8 coisas sobre o Kyu que vamos sentir falta nesses dois anos! Recomendo lencinho pra quem for fã! E volta logo, bias <3

Tássia: Ingrid, eu só deixo essa música passar porque você é fã e porque ele vai ficar dois anos sem lançar nada. Honestamente, NÃO DÁ hahaha. O Kyu tem uma voz incrível, que na minha opinião é desperdiçada em baladas sem sal e que parecem todas a mesma coisa. Sério, qual a diferença dessa pra qualquer outra que ele tenha lançado?

Juliana: Isso parece parece ter sido feito para servir de trilha sonora em uma daquelas cenas dramáticas além da conta de kdrama. Se alguém conhece esse mundinho a parte deve saber do que estou falando, geralmente é no no final do episódio e a tela congela nos atores, mas a música continua tocando por mais alguns segundos até o promo do próximo capítulo. Não é pra mim.

Priscylla: Esteticamente muito fofo o MV, mas a música não é nada próximo do que eu curto ouvir. Juliana tem razão, é total cena de fim de episódio de dorama.

 

Kim Lip (LOOΠΔ) – Eclipse

Tássia: Está aí minha nova bias e minha nova música no repeat. <3 Que maravilhosa.

Juliana: LOOΠΔ apareceu por aqui em algum mês, mas acabou sendo cortada na seleção final. Só fui descobrir que o novo grupo não era formado apenas pelas 4 integrantes daquele MV – bem chatinho e sem sal, na minha opinião – agora com o solo da nova “debutante” Kim Lip. Segundo informações da internet o girlgroup será formado por 12 garotas, que todo mês, individualmente, serão apresentadas ao mundo. Isso começou em outubro do ano passado. Ao contrário do meu primeiro encontro com o grupo, achei Eclipse ótima! É animadinha, nada enjoada e o MV tá lindão.

Ingrid: Eu to chocada com isso aqui! Primeiro porque cheguei sem saber nada dessa formação doida do grupo que a Ju explicou, achava, inclusive, que o nome da mina era Loona (é, gente, sorry, shame on me, mas não sou a maior fã dos girlgroup não). Quando dei play no MV, uma garota maravilhosa – KIM LIP – sobe num palquinho e começa a dançar ao som de uma mind tempo gostosinha de ouvir. Rainha. Brilha sem precisar de high note forçado ou apelações de qualquer nível, ela tá lá, plena, sensual na medida, com uma cabelo maravilhoso – amei muito a cor <3 -, curtindo a própria música. Amei amei amei! Já ta na playlist e vou acompanhar as outras integrantes do LOOΠΔ a partir de agora :)

Priscylla: Vou copiar aqui um comentário que li no Youtube que resumiu meus sentimentos sobre esse MV: Vocals: A+
Dance: A+
Visual: A+
Aesthetic: A+

 

A.C.E – Cactus

Tássia: Esses são os trainees que ganharam um buzz por terem se apresentado de cueca. Hahaha, o que dizer dos reis da vulgaridade? Amei. Fora isso, o início desse MV me lembra muito VIXX nos bons tempos, e a música é muito bem vinda por ser diferente da maioria dos releases por aí.

Juliana: Já estava pronta pra declarar meu desgosto na introdução, mas isso acabou sendo melhor do que imaginava. E o laço emocional com o grupo foi devidamente estabelecido quando descobri que os coreógrafos são a Lia Kim e o Koosung do 1MILLION Dance Studio <3.

Priscylla: Minha timeline só fala desse A.C.E ultimamente. E com razão. Na intro achei que não ia gostar, mas foi só susto.

Ingrid: Esse ritmo do início me lembrou muito alguma boyband americana! Não achei Vixx ali não hahaha mas ta ok, aguardando novos lançamentos.

 

24K – Only You

Tássia: Outro grupo que tá me lembrando VIXX, dessa vez pela roupinha de michê sensual. A música tá ótima, com uma versão bem criativa pro refrão-sem-letra que tem aparecido bastante por aí também.

Priscylla: O refrão me lembrou como me decepcionei com refrão de Never Ever do GOT7, mas gostei da música num todo. E tá lembrando aparência do VIXX sim.

Juliana: A batida é legalzinha, mas esse look calça de couro com camisa de cetim é um pouco too much pros meus olhos.

Ingrid: Amei a coreografia!!! Não conheço muito – tão tal que nem fui no show deles aqui em terras brs -, mas é um grupo que eu facilmente viraria stan.

 

Yezi – Anck Su Namum

Tássia: A Yezi até agora não decepcionou, e sigo achando ela uma das melhores rappers do Kpop – e com certeza a mais má. Apesar de Anck Su Namum ser um tanto desconjuntada, continua sendo incrível, especialmente por não ter nem com quem comparar atualmente.

Priscylla: Com certeza uma das melhores rappers do kpop! O MV tá lindo e a música ainda melhor. Que mulher, bicho.

Juliana: Eu estou 100% aqui pra rappers mulheres ainda mais quando arrasam tanto quanto a Yezi. Recomendo ligar as legendas, pois, pra mim, a melhor coisa desse rap desconjuntado – não há descrição melhor – é a letra cheia de confiança e ousadia.

Ingrid: Yezi rainha, outras rappers nadinha. Aprendam.

 

ASTRO – Baby

Ingrid: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA FOI MINHA REAÇÃO QUANDO VI ISSO! Eu gosto MUITO do debut do Astro, “Hide & Seek” – e confesso que muito por influência da coreografia maravilhosa, OLHEM O QUE ELES FAZEM -, mas depois foi vindo muito mais aegyo seguido e eu só parei de acompanhar. Uma amiga panfletou “Baby” pra mim com as palavras que definem muito bem o que esse single é, “O MELHOR COMEBACK DELES”. Essa música é fofa na medida – gostei da identidade visual com cada um com uma cor, e to numa dor crescente pra escolher bias, na época de “Hide & Seek” era o EunWoo CERTEZA, mas agora o Rocky, com aquele rap e dança dele, quer roubar meu coração -, tem um ritmo animadinho, mas não enjoativo,  e uma COREOGRAFIA MARAVILHOSA (não dá pra não ficar em choque com essa sincronia, como pode?!?!)! A balada b-side é bem boa também! Já estão ambas na minha playlist <3

Priscylla: EU ADORO ASTRO. Único grupo que pode fazer conceito fofo que não me irrito. MV colorido, bem a cara do grupo.

Juliana: Confesso que não curti a música, mas achei os meninos tão fofos. Pode ver no mudo?

Tássia: Se tem uma coisa que eu acho mais insuportável do que aegyo, é aegyo masculino. Por isso nunca consegui prestar muita atenção no Astro. Até que esse single tá um pouco mais legalzinho, mas é, ainda não foi o suficiente pra me prender.

 

Highlight – Calling You

Ingrid: Aqui é covardia, eu amo eles e fico muito feliz porque tão dando vários tapas na cara da Cube com as posições nos charts!!! Amo quando as emancipações dão certo <3 “Calling You” é uma graça de música, uma pseudo balada fofinha, bem inesperada. Gosto do fato de eles fazerem algo totalmente diferente de “Plz don’t be sad”, mesmo essa música tendo sido um grande sucesso na Coreia, porque já é de conhecimento mundial que tentar recriar sucessos pode não dar muito certo.  Um single gostosinho e inofensivo, e a boa aceitação disso na Coreia mostra a força do Highlight nessa nova fase! Eu amo. <3 (e a outra música original do repackage, “Sleep Tight”, é ótima também, vale a pena!)

Priscylla: O MV é bom por si só, mas daí junta a isso o fato de que Highlight tá INDO BEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  

Tássia: Highlight decaiu e foi da ótima “Plz Don’t Be Sad” para a sem gracinha “Calling You”. Mas de que importa, né?

Juliana: Tá bem inofensivo mesmo. Mas pelo menos serviu pra relembrar a animada “Plz Don’t Be Sad”, que ao contrário do que pensava, continuo adorando e não enjoei nem um pouco.

 

Sistar – Lonely

Tássia: Tá menos pior do que eu pensava, achei que ia vir uma balada “presente para os fãs” pelo teaser. Sistar se despede com dignidade, lindas e reafirmando o potencial que tinham de durar mais uns bons anos por aí. Uma pena que não quiseram.

Ingrid: Sistar não se despede com uma boa farofa, como era de se esperar, mas seus hits animadinhos de verão ficarão sempre guardados dentro do kpop. “Lonely” tem um mv super delicado, mostrando elas como amigas, companheiras, que é o que com certeza eles são, mesmo decidindo por fim ao grupo. Despedida digna, boa sorte pros próximos passos de cada uma.

Juliana: “Lonely” é uma mid-tempo gostosinha e o MV cheio de momentos felizes das integrantes se divertindo juntas tá muito bonito. Eu tenho uma mania de começar a gostar de algum girlgroup quando ele acaba e tô vendo que Sister vai ser mais um. Aliás, esse disband me lembrou do MV mais ousado de toda a Coréia, nunca me canso de assistir isso.

Priscylla: Quase chorei. Mesmo que eu não seja do fandom, sempre dói em mim esses disband. Mas foi um belo MV de despedida, daqueles que aquece o coração um pouco.

 

BÔNUS

BTS – Blood, Sweat & Tears (Japanese Version)

Juliana: Tecnicamente eu sei que é a versão JAPONESA, mas toda vez que revejo levo um susto com Jimin não cantando o “nae pi ttam nunmul nae”.  Agora, o que falar desse MV colorido e alucinógeno? BTS claramente faltou as aulas do Proerd e teve RM dando líquidos estranhos para o Maknae, que pode ou não ter vindo daquele bacia fluorescente na qual J-Hope jogou umas pílulas. V dissimulado primeiro aparece todo fofo e com cara de quem acabou de acordar pra depois ficar sorrindo feito psicopata, não entendi o motivo daquela briga com Jin, mas se eu for listar tudo que não entendi nesse MV esse comentário vai ficar gigante. Suga parece ser o único tentando ajudar e protege Jimin de si mesmo (?). O final voltou pra I Need You! WHAAAAAAAT? Será que tem alguma ligação com o resto dos MVs ou é uma historinha a parte? São mais questões, porém o importante é que essa farofa tá ótima e esse mês meus filhos foram só orgulho.

Tássia: Jungkook dando PT, V sendo psicopata, um MV psicodélico (pra não dizer completamente sob a influência de substâncias ilegais): o que é isso? BTS relançou Blood, Sweat & Tears em japonês e utilizou essa oportunidade para dar ainda outra dimensão ao release coreano. Cheio de referências, é mais uma peça interessante e inteligente que o grupo deixa para as Armys desvendarem, porque eu já desisti de entender hahaha.

Priscylla: Às vezes acho que eles jogam elementos bem desconexos só pra verem a gente sofrer tentando desvendar teoria quando na real não tem teoria nenhuma. Porque não é possível que seja tão complexo as histórias e essas complexidades sejam sempre planejadas. ME RECUSO A ACEITAR QUE EU QUE SOU BURRA E NUNCA ENTENDO TOTAL. O Bang PD é formado em filosofia e história da arte, ou algo assim, não? Estética da arte. Não lembro ao certo. Sei que temos aí o culpado por boa parte dessas loucuras. Achei pura ousadia o nosso maknae drogadíssimo. V me deu calafrios, sério. Kim ator demais, né galera. Mas na real todos ali sempre atuam muito bem nos MV. Ainda não me acostumo a ouvir as versões japonesas das músicas porque, como disse Juliana, estou lá esperando pra mandar um “nae pi ttam nunmul nae” e não vem. Mas amei o MV porque superou a audácia do coreano. Quando saiu versão coreana, lembro de geral chocada que tinha umas parada BDSM e Jin beijando o evil, Tae como anjo caído. Aí teve o stage numa premiação que era basicamente um ritual satânico (n) e ai meu deus!!!!!! Dai vão pra versão japonesa e superam isso tudo! Eu sei que falo de um lugar total biased porque BTS é meu utt group, mas: só amor por esse MV.

Ingrid: Vamo ver se eu entendi bem: Kookie é do bem, RM é do mal, Jin é do bem (mas ta vingativo, hein, aquela briga com o Tae, chocada), V é o chefão psicopata (QUE MEDO DAQUELE SORRISO DELE) do mal. Suga tenta ajudar o Kookie, mas tapa os olhos do Jimin, que sou claramente eu assistindo aquele mv, ou seja, uma pessoa perdida. J-Hope dança “Boys Meet Evil” ao som de “Blood Sweat and Tears” em japonês, mas com refrão (“manhi manhi manhi manhi”) em coreano. Tudo isso com vários ácidos cenários  loucos, cores, confusões. Resumindo: BTS CAUSANDO NO JAPÃO, gosto assim! E O FINAL (remetendo a “I Need You” e ao “Epilogue”) GEROU O MELHOR MEME DOS ÚLTIMOS TEMPOS, QUE ESTARÁ AQUI SE NÃO ME CORTAREM:

Pisa menos, BTS, é só o que eu te peço! <3 (e Namjin é muito real!)

 

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1 Comment

  1. De todas ai, a que mais me surpreendeu foi a do Kyuhyun, eu nem sabia que ele tinha lançado algo como despedida pro hiatos do exército @_@…mas sobre a música em sí, faço das palavras da Juliana as minhas!

    “Isso parece parece ter sido feito para servir de trilha sonora em uma daquelas cenas dramáticas além da conta de kdrama. Se alguém conhece esse mundinho a parte deve saber do que estou falando, geralmente é no no final do episódio e a tela congela nos atores, mas a música continua tocando por mais alguns segundos até o promo do próximo capítulo. Não é pra mim.”

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